Orphan Black | Review – 2×01: Nature Under Constraint and Vexed

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Vocês já adquiram a sua carteirinha VIP do #CloneClub?

Elas voltaram! Sim, após uma longa espera, Orphan Black está de volta para continuar contando a história de nossas amigas Sarah, Cosima e Alison travando uma batalha sem fim contra a nova integrante do clube, Rachel e o resto da Dyad. Como era de se esperar, o episódio focou no drama do sequestro de Kira, que ficou sem explicação desde a finale anterior. Várias teorias pipocaram na internet depois disso, uma jogando a culpa na outra, ou seja, uns culpando Rachel e outros a própria Sra. S. Ficamos sabendo por Art que quem sequestrou Kira e a Sra. S foram os Prolethean, ou “o pessoal da Helena” como Sarah disse. A cena em que um deles tira uma foto de Kira em um quartinho escuro deixa isso muito claro. É até irônico que uma seita religiosa seja capaz de tamanha atrocidade, mas hoje em dia existe louco para tudo.

A cena que iniciou a temporada foi muito interessante. Achei que aqueles dois que estavam atrás de Sarah também eram capangas de Daniel, mas fui sambado quando Art disse que o cowboy pertencia ao pessoal da Helena. Ou seja, eles ainda não terminaram o trabalho e vão continuar até eles capturarem Sarah. O que nos resta saber é o que os Prolethean querem exatamente, já que eles recrutaram Heleninha para eliminar todas as suas irmãs-falsas. Sequestrar Kira já foi um passo dado para fazer Sarah se aproximar mais deles, já que ela fugiu tão fácil daquele esquisitão que até achei graça. Como de costume, Felix estava nem aí pra nada, fazendo sanduíches de salsicha vestido com uma roupa com a bunda de fora em uma boate bem alta. Ele é realmente uma figura, chega a ser engraçado as suas falas irônicas e bem construídas.

Aliás, ao lado de Alison, ele fica ainda mais engraçado. Gente, como não amar Alison e suas 1001 faces? Tipo, além de ser uma “cidadã modelo”, como aquela estúpida da Angie cita, ela se envolve com traficantes de armas chamados de Ramon e ela ainda é uma ninja com apetrechos de ação tão geniais que chega a dar medo. Eu simplesmente gritei de rir na cena do “sequestro”. O spray, os golpes e o apito foram os apetrechos de ação usados com maestria pela Ninja Alison que fez a cena ser a mais engraçada do episódio. Deixando a vida dupla Alison também ganhou um presentão se tornando a personagem principal desse musical.

O episódio não deu muita ênfase da possível ameaça que Cosima está prestes a enfrentar, pois sabemos que ela está apresentando alguns sintomas que Katja apresentou quando conheceu Sarah. Só achei que faltou isso, mas acho melhor assim, quando o mistério fica no ar, mas não tão arrastado, claro. Ainda acho que Cosima tem que tomar cuidado com Delphine porque aquela wannabe sapata ainda está agindo ao lado de Dr. Leekie. Talvez seja um plano para proteger Cosima, ou talvez não. Delphine ainda é uma monitora então ela é uma suspeita. Será que trancando a periquita, Cosima consegue algumas respostas? Quem sabe.

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Rachel ainda é uma incógnita. Não vou dar muitos palpites porque ela ainda me intriga. Só sei que adorei a surra de Sarah deu nela e não foi atoa. Paul foi muito ofuscado no episódio, assim como Art, que agora deve entrar no Clube para “ajudar”. Assim espero, não é? Mas a surpresa do episódio foi Helinha. A descabelada mais interessante do Clube apareceu vivinha da silva, como eu já temia. Agora já posso dizer que essa mulher é imortal, porque ela já sobreviveu a tanta coisa que meu queixo chega a doer de tanto cair.

Enfim, o Clube está de volta e o samba não deve morrer. O que vocês acharam desse retorno?

PS.: Tatiana Maslany pisando na cara de todos. Vocês preferem Sarah-como-Cosima ou Alison-como-Sarah?

PS2.: Orphan voltou em alta, tanto em repercussão, tanto em público. Cá entre nós, a série merece não é?

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Fã de Comédias, Dramas, Suspenses e tudo o que há de bom, com um toque de Elemento X.
  • João Paulo Lourenço

    A série é realmente incrível, tanto pela história bem construída quanto pelo talento de Maslany. É fantástico como a gente sabe qual é o personagem em ação só de ver, devido à ótima interpretação dada pela atriz. Alison é a minha preferida, pelo sotaque, pelo comportamento, pela versatilidade. A única ressalva que tenho é que faltam personagens masculinos (o Félix não conta) mais interessantes. Paul, Art, Dr Leek e o marido de Alison são uns porres.
    Ótima review. Parabéns!