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Ah, o agridoce sabor da nostalgia!

Tons nostálgicos definitivamente tomaram conta do American Idol nessa semana. Além de termos o nosso primeiro episódio em que o tema era um EX-PARTICIPANTE do programa (a primeira campeã e maior revelação da franquia, Kelly Clarkson), ela e vários outros candidatos importantes que passaram pelo programa (como os vencedores Candice Glover e Ruben Studdard ou a maravilhosa Vonzell Solomon). Apenas um sentimento: SAUDADE.

Eu imaginava que, pela importância de Kelly Clarkson, que seria um bom episódio. O que eu jamais esperaria é que seria não apenas o melhor episódio da atual temporada, mas um dos melhores dos últimos 3 ou 4 anos INDISCUTIVELMENTE. Eu não me recordo de duas horas tão sólidas e fluidas de American Idol desde a saudosíssima S11.

O episódio reuniu todos os elementos básicos: performances sólidas de grande maioria dos participantes (eu diria que tivemos 7 excelentes apresentações em 9 possíveis), escolhas de músicas ideais, inspiradas e impecáveis, uma sessão de tutoria incrível, uma boa apresentação em grupo e uma participação especial de peso (com duas brilhantes performances). Acrescenta uma boa dose de humor e finalize com uma eliminação esperada e muito mais que justa: a receita perfeita!

Já inicio uma campanha: Kelly Clarkson para jurada ou técnica ou mentora ou o que quer que as faça aparecer mais vezes na tela do meu computador. Sua participação foi divina, comparando-se a de Taylor Swift no último The Voice. Ofereceu conselhos úteis a todos os participantes (sem exeção), fez piadas e soltou pérolas hilárias (nos ensaios e também ao vivo), cantou maravilhosamente bem como sempre e ainda portou-se como qualquer jurado deveria, mostrando uma desenvoltura ímpar para o show business.

Continuarei a sessão de elogios a Kelly infinitamente. Ela é mais do que apenas a candidata mais bem sucedida que o programa revelou (e que popularizou a franquia internacionalmente como nenhum outro fez ainda). Ela é um dos maiores fenômenos que qualquer reality show já produziu. E, 13 anos depois, ainda conseguir manter-se bem posicionada nos charts musicais e na mídia, impressiona. Uma homenagem merecida!

Eu disse na review anterior que o repertório dela era muito rico e vasto e foi o que pudemos comprovar hoje: embora tenhamos um grupo de nove participantes completamente diferentes, quase todos conseguiram encontrar nas canções de Kelly uma música que lhe encaixasse perfeitamente – muito mais perfeitamente do que quando foram temas muitos mais amplos, que possibilitavam uma multiplicidade enorme de outros cantores. Aplaudindo de pé!

Uma “nova” ferramenta foi introduzida aqui: o Idol Fan Save. Se você acompanhou as últimas edições de The Voice, apenas direi que o mecanismo é exatamente igual. Aos que não, explicarei: os dois candidatos menos votados pelo público na votação normal (pelo site, telefone, SMS e aplicativos) se apresentam pela última vez e, em seguida, o público ganha 5 minutos para salvar um dos dois através do Twitter, usando uma hashtag #SaveParticipante informada por Ryan.

Um diferencial aqui foi que o público da costa oeste (onde o fuso horário é diferente e o programa é exibido algum tempo depois apenas) pode acompanhar as duas performances do BOTTOM TWO AO VIVO e ganharam poder de voto também – o que não ocorre no The Voice em que são absolutamente ignorados e desprivilegiados. A ferramenta divide opiniões, pode alterar SIM o resultado final (pelo menos eu acredito que a eliminação teria sido outra), mas tem um lado bom e outro ruim. O lado bom é que, ao menos, veremos cada participante apresentar-se mais uma vez antes de ser eliminado, uma vez que já utilizaram o save. O lado ruim é que restringe muito a decisão a um público menor: quem possui TWITTER E ESTÁ ONLINE na hora da votação – o que certamente despopulariza a franquia e desagrada a quem perde seu poder de voto.

Kelly se apresentou em duas oportunidades no programa. A primeira vez foi divulgando sua nova música, recentemente lançada, intitulada Heartbeat Song (do álbum Piece By Piece). Eu senti que a apresentação havia sido gravada previamente e que nem todos os participantes souberam encenar corretamente no final, mas pode ser apenas paranoia (e ela não foi entrevistada para poder trocar de vestido). Não que importe, porque é uma música muito boa e foi uma excelente apresentação ao vivo.

O samba maior, todavia, ocorreu na segunda apresentação, u pouco mais tarde, quando, agora claramente ao vivo, ela reeditou sua audição cantando At Last (Etta James). Contornando alguns problemas que teve com o seu retorno na hora, ela demonstrou um profissionalismo e talento ímpares e nos entregou uma performance DES-TRUI-DO-RA. Uns agudos de arrepiar os pelinhos da nuca e depois ainda tirou sarro de Harry Connick Jr ao vivo – deixando-o, que é um piadista nato, completamente sem graça e sem reação (e me arrancando risos eternos).

Tivemos ainda uma apresentação bonitinha do Top 9 interpretando People Like Us (Kelly Clarkson) – que também aparentou ter sido gravada anteriormente e estar sendo dublada por eles, mas novamente, pode ser uma impressão errada. Sem mais delongas, vamos aos comentários das performances.

Nick Fradiani – Catch My Breath (Kelly Clarkson)

Ele e a banda possuem um cover acústico de Catch My Breath no YouTube (que eu procurei, mas não encontrei) e Kelly considera a música mais difícil e desafiante do episódio, porque navega em uma faixa vocal bem extensa. O problema de Nick nunca foram os vocais e mais uma vez ele nos entregou uma apresentação tecnicamente boa – incluindo uns refrões espetaculares. A grande diferença aqui e o que fez com que eu considerasse a melhor apresentação dele na temporada foi que, pela primeira vez, eu acreditei no que ele cantava, ele traduziu o significado da letra para mim. Superou-se na presença de palco, esbanjou confiança e convicção e pôs muita energia e explosão (que eu cobrava dele). Definitivamente uma excelente escolha para ele e uma excelente maneira de abrirmos o show.

Nota: 9.0

Jax Cole – Beautiful Disaster (Kelly Clarkson)

Beautiful Disaster é uma das melhores músicas de Kelly e ela mesma disse que gostava tanto que a colocou em dois álbuns diferentes, então ninguém mais adequada para cantá-la que Jax. Kelly não tinha nenhuma sugestão para Jax nos ensaios de tanto que gostou e ainda soltou a primeira frase hilária ao dizer “Honestamente, faça exatamente o que fez agora e se alguém disser alguma coisa, diga: Kelly Clarkson acha que você está errado!”. RAINHA. De qualquer maneira, é um SUPER elogio!

Eu achei que foi uma escolha de música brilhante para Jax. Primeiramente, o figurino e produção incríveis, com todos aqueles instrumentos que derão um ar elegante à performance. Em segundo lugar, eu discordo totalmente de J Lo: foi um arranjo lindo e se ela mudasse um detalhezinho que fosse ou forçasse os vocais um pouco mais, a performance perderia o brilho e caráter fortemente sentimental que teve. É uma música que perceptivelmente significa algo para ela, porque ela se conectou emocionalmente como nunca e nos entregou uma apresentação de muita singeleza, beleza, delicadeza e pureza (assonância inspirada por uma episódio divino). Nada a criticar, mais uma excelente semana dela.

Nota: 9.0

Tyanna Jones – Mr. Know It All (Kelly Clarkson)

Eu acho que todos pensaram exatamente como Kelly pensou nos ensaios, de onde será que Tyanna encontraria uma experiência de vida que sustentasse a letra forte e raivosa que a música possuía. Enfim, ela disse que a escolha era motivada pelo bullying que ela sofreu (a guria sabe fazer um bom marketing pessoal em rede nacional, meus caros). Outro receio que eu tive é que Tyanna sempre se apresenta alegremente, com um sorrisão que parece inapagável e que, certamente, não iria condizer com a apresentação.

Felizmente, ela conseguiu se controlar e conectou-se emocionalmente sim (embora ainda não tanto quanto a original ou quanto Cáthia no The Voice US, por exemplo). Os vocais foram novamente bem sólidos, inclusive com umas adições que ela propôs que soaram muito interessantes em alguns trechos e o resultado foi uma performance muito boa, mas ainda não espetacular (principalmente considerando o nível das outras). Contudo, nada que a desabone e muito menos que a faça ser eliminada (inclusive porque foi uma das reações mais massivas da plateia).

Nota: 8.5

Joey Cook – Miss Independent (Kelly Clarkson)

Joey ganhando o Oscar de melhor reação da vida quando soube que estava salva! Outro comentário avulso: Scott plagiou meu comentário da semana passada para ela: parecia bom no papel, mas não traduziu na prática. Eu achei engraçadíssimo ela morrendo de medo de Kelly se ofender nos ensaios pela modificação do arranjo e Kelly se deliciando porque uma artista reconhece a outra, amores.

O grande segredo de Joey é que ela se sai melhor quando pega uma música que, a princípio, não associaríamos a ela, e reinventa-a inteiramente. É como Keith disse: ela não apenas modifica um arranjo, ela praticamente reescreve a música – que soa algo original. É qualidade de estrela e singularidade aflorada que poucos possuem. Joey voltou aos trilhos depois de uma semana fraca, com uma performance vocalmente sólida e um arranjo puxado para o jazz indescritivelmente delicioso e que GRITAVA sua personalidade o tempo inteiro (embora o refrão desse uma acelerada e se assemelhasse ao original). Sobre o comentário de Harry: faz todo o sentido, mas achei um pouco fora de lugar. Eu não acho que, se ela pensasse que jazz é ultrapassado e fora de moda, ela o cantaria em uma competição musical. Os elementos mais clássicos (como o microfone e os figurinos) foram mais para compor e contextualizar a performance, apenas.

Nota: 9.0

Quentin Alexander – Dark Side (Kelly Clarkson)

Depois de quatro apresentações incríveis, eu não esperava mais ser surpreendido por alguém e Quentin o fez: a grande performance de uma noite de altíssima qualidade. Dark Side foi uma escolha perfeita para ele porque ninguém consegue uma conexão emocional e uma expressividade tamanha quanto ele. Os ensaios foram bons porque ele sentia uma necessidade (desnecessária) de introduzir uma nota alta aqui ou ali e Kelly disse que não era preciso, que ele poderia optar por uma abordagem mais sutil e delicada – o que funcionou brilhantemente.

Eu acredito que os jurados destacaram bons pontos sobre a apresentação dele: autoconhecimento e expressividade são VITAIS para qualquer cantor e ele os possui de sobra. O olhar penetrante dele realmente diz muito e enriquece demais as apresentações – rendendo um nada sutil “Eu gostaria de fazer amor com esses olhos doces” de Kelly após sua interpretação. Eu também. Eu gostei do arranjo e não percebi nenhuma falha vocal gritante (inclusive a maioria das notas foi precisamente atingida) que justificasse o comentário (mal humorado) de Harry para que ele focasse também na técnica (e não apenas no lado criativo). O fato é que estou arrepiado até agora e só Deus pode me julgar. Apresentação linda e intensa como sempre!

Nota: 9.5

Qaasim Middleton – Stronger (What Doesn’t Kill You) (Kelly Clarkson)

Eu SABIA que os conselhos dos jurados para focar nos vocais e na vulnerabilidade eram baboseiras – e provavelmente para sabotá-lo depois da burrice que fizeram ao salvá-lo. O pior que ele acreditou e resolveu pegar uma música cheia de energia e atitude (que combinaria com ele até) e fazê-la em uma versão mais acústica. Embora Kelly tenha usado educadamente expressões como “inteligente” e “estratégico” para definir o arranjo que ele propôs, eu leio mentes e ela queria falar: uma bela bosta. Vocais horríveis, suas limitações e deficiências ficaram absurdamente expostas, sua dicção terrível pronunciou-se ainda mais, postura e expressão no palco que não condisseram com a performance (ele sorriu demais, não houve nada de vulnerável ou emocional) e foi um festival abusivo de firulas e melismas (ainda por cima mal executados). Extremamente ruim ainda não descreveria satisfatoriamente. Até que o arranjo seria interessante SE bem executado – é algo que ficaria legal para Clark, por exemplo. Eliminem!

Nota: 4.0

Clark Beckham – The Trouble With Love Is (Kelly Clarkson)

Novamente o boicote ao suspense para reservar o pimp spot a uma apresentação que realmente o mereça. O grande momento de uma noite divina (juntamente com Quentin). Kelly ficou encantada com o fato de que Clark possui uma voz tão soul, tão rica e tão versátil e soltou o MELHOR COMENTÁRIO DA NOITE depois que ele se apresentou: “Eu acho que estou grávida!”. Eu também acharia, mas não tenho um útero. Só sei que precisei pausar o vídeo para rir por alguns minutos até me recuperar.

Resumirei para que não fique repetitivo demais: uma apresentação perfeita. Uma escolha de repertório melhor impossível. Vocais impecáveis e que continuam me impressionado, especialmente nas notas altas precisas, vigorosas e viscerais. Uma performance emocional na medida certa (e as sugestões de Kelly, incluindo o suporte para o microfone, foram maravilhosas e funcionaram muito bem). Encerramento espetacular – daqueles que você pensa que a performance não pode evoluir e é impiedosamente pisoteado pelos últimos versos sambistas. REI.

Nota: 9.5

 https://www.youtube.com/watch?v=kjw8Xrhuju4

BOTTOM TWO: Daniel Seavey x Rayvon Owen

Daniel Seavey – Breakaway (Kelly Clarkson)

Qaasim foi um horror, sabemos. Ninguém, entretanto, superará o desastre que Daniel fez aqui – que não foi somente sua pior performance na temporada ou a pior da noite, mas uma das piores coisas que eu já assisti em uma etapa ao vivo de realities musicais. A começar que como que alguém que não se conecta emocionalmente com nada e cuja voz é imatura e limitada escolhe nada menos que Breakaway para interpreta e nenhuma alma viva se opõe? ERRO CRASSO OU SABOTAGEM. Se ele já naturalmente demonstra muita inexperiência e inconstância vocais, com laringite e visivelmente HIPER nervoso pela situação (ele quase chorou durante a performance) é que não rolaria. Ponto para as vocalistas de fundo que o superaram inúmeras vezes embora se esforçassem para NÃO fazê-lo.

Nota: 2.0

Rayvon Owen – Since U Been Gone (Kelly Clarkson)

Since U Been Gone é uma das minhas músicas preferidas dela e eu confesso que ainda prefiro a versão mais upbeat, com mais pegada, rebeldia e atitude, mas a interpretação de Rayvon foi ótima também. Ele optou por transformá-la em uma balada e apegar-se mais ao sentimentalismo da letra e eu acho que funcionou sim para ele (mais do que, PARA ELE, a original teria). Uma ideia artisticamente muito boa e uma execução precisa, com controle e uso correto do falsete – tornando alguns momentos mágicos, algo que ele vinha perdendo. Gostei bastante de uns versos sussurrados e não ficou aquém das melhores apresentações da noite – embora Harry tenha alguma birra insuperável com ele ou queira que ele se transforme em um tipo de cantor que ele não é.

Nota: 9.0

A seguir, 5 minutos intermináveis enquanto esperávamos os americanos decidirem (e a produção contabilizar os votos), com uma troca de “Eu te amo” entre os dois. A verdade é que o resultado já estava óbvio: não havia popularidade no mundo capaz de superar um fiasco daqueles de Daniel. Portanto:

  • Salvo: Rayvon Owen (garante-se no TOP8)
  • Eliminado: Daniel Seavey

Daniel JÁ FAZIA HORA EXTRA no programa a várias etapas. Não é que ele seja ruim, inapto ou antipático, foi apenas uma questão de pular etapas na vida. Ele simplesmente não estava tecnicamente ou psicologicamente preparado para uma competição desse nível e sua presença aqui (eliminando muita gente superior e pronta) chegou a ser ofensiva. Aleluia que ele saiu sem causar TANTO DANO e que ele estude, pratique e amadureça, para que, um dia, faça sucesso, porque talento ele possui e paixão pela música também.

Eu estou muito empolgado com os rumos que a temporada toma, como não fico há uns 3 anos pelo menos. Temos um grupo muito bom de artistas aqui, diversificados e qualificados, e o trabalho de Scott (um produtor experiente) mostra bons frutos por enquanto. Eu peço desculpas pela review longa, mas eu estava extasiado com esse episódio, que merece nota 10.

Na próxima semana, o esquema dessa semana se mantém, com mais um eliminado apenas e o Idol Fan Save marcando presença. Billboard Hits é um excelente tema e há muitas chances de termos mais um excelente episódio. Florida George Line e Jason Derulo serão mentores, sendo que Jason ainda se apresentará cantando duas músicas (uma delas em parceria com Iggy Azalea e a maravilhosa Jennifer Hudson).

Um último comentário avulso: Candice estava lindíssima de visual novo, mas a cara de pau segue a mesma. Dizer que “tirou um ano para descansar e se redescobrir” após um álbum flopadíssimo (e ser posta na geladeira pela gravadora) é para rir. Aos fãs, uma boa notícia: ela já trabalha no segundo álbum.

Eu torço e aposto que Qaasim Middleton sairá na semana que vem, ainda mais agora com a nova twist nas votações. Rayvon Owen pela baixa popularidade ou Nick Fradiani (principalmente pela posição que se apresentou e por ter sido menos marcante que a maioria, embora muito bem) devem enfrentá-lo. Em quem vocês apostam?

Aguardo os comentários e nos encontraremos na semana que vem!

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Gosto de escrever nas horas vagas e assistir séries é meu hobbie predileto, então ser reviewer é o maior dos prazeres. Fã de música e reality show. Vocês vão me encontrar nas reviews de The Voice (Brasil, US, UK e AU), X Factor AU, 2 Broke Girls, Survivor, Chasing Life e na coluna Por Onde Anda, sempre aqui nesse Manicômio !
  • Éderson Silva

    Clark Beckham foi inteligente ao pegar justamente uma música do álbum de estréia de Kelly Clarkson “The Trouble With Love Is” e cantar maravilhosamente bem. A nota alta trouble is, trouble is já seria um aviso do que viria: a glória no final. Excelente trabalho! Tenho adoração por essa música, desde que ouvi pela primeira vez. Daniel Seavey, uma eliminação mais do que justa. Até que enfim, essa criança sai do programa. Pobre Rayvon Owen semana que vem pode cair no botão pela terceira vez e junto com o Qaasim. E com toda aquela teatralidade e hiperatividade no palco, o Qaasim é uma ameaça para o Rayvon. Jax Cole esbanja talento e criatividade com sua voz doce e encantadora. Soube pegar “Beautiful Disaster” e colocar personalidade e sentimento na canção, que por si só já é linda. Espero que Candice Glover volte com um álbum mais Soul parecido com o álbum de estréia de Kelly Clarkson ou Adele e que soe mais orgânico e analógico. Por que seu álbum ficou demasiadamente eletrônico e sua voz perdeu o encanto no meio daquele som digital. Agradecimento a capa criativa colocando a RAINHA KELLY CLARKSON no topo da página. Parabéns, Pedro com honra ao mérito! Excelente texto, incrivelmente coeso e claro! Uma ótima páscoa para ti.

  • Kelly

    Não concordo que Quentin tenha sido melhor que Jax. Só o fato de Kelly Clarkson ter não ter dado nenhuma sugestão a ela, já prova que ela foi superior.
    Achei o arranjo de quasim ótimo, a execução é que foi realmente deficiente.
    Não sei como as pessoas preferem Nick a Rayvon!
    E Tyanna não superestimada mas não conseguiu chegar aos pés do que Cátia fez.

  • Vanessa

    Oii Pedro,td bom? Enfim,o especial da Kelly o programa e fiquei mto feliz por ser fã e tb porque ela sempre é uma presença divertida.
    Nick: quando soube que o Nick ia cantar “Catch my Breath” fiquei feliz,pq adoro essa música e achei que ele fez um bom trabalho,especialmente o começo achei mto legal e está se soltando mais.
    Jax: já me cansei dela rs,então não tenho mto o que comentar rs.Foi uma apresentação pra mim,ok diferente mas q não superou a de semana passada que achei mais legal.Fiquei surpresa que ela foi a segunda chamada.
    Tyanna: esperava mais da Tyanna,parece que ficou fazendo algo mais explosão talvez..acho que ela não tem sido tão impressionante como no começo.
    Joey:não acho jazz ultrapassado,porém para os objetivos do programa em querer lançar um ídolo mundial,não sei se esse estilo se indicaria.Acho interessante,a Joey descaraterizar as músicas e deixar com a sua cara,embora seja a novidade dentre de tantos estilos que estamos acostumados,não seria o tipo de música que eu consumiria.Mas ela fez uma versão legal.
    Quentin:Dark Side,é uma das minhas músicas preferidas da Kelly e combinou bastante com o Quentin,gostei.
    Qaasim:eis como acaba com uma ótima música (pior que isso só o Daniel rs),ele já está fazendo hora extra no programa e depois dessa pode sair semana q vem rs.
    Clark:chamar o Clark por último,é mto engraçado rs.Mais uma apresentação mto boa dele e segue como front runner com todos os méritos.Vai ser difícil,tirar esse título dele desse ano,pq não acho que Clark decaia tanto pra isso rs.
    Daniel: preciso comentar?Como ele escolhe Breakaway,foi pra fechar sua participação de forma marcante pro lado oposto de positiva né rs.Daniel,foi embora tarde e que Qaasim,vá embora em seguida rs.
    Rayvon: gostei da versão dele,votei no twitter save pra ele rsrs mas achei o Harry exagerado,queria q o Daniel ficasse então rs.Acho o Rayvon mto técnico e não me empolga mas pela qualidade vocal,merece ter chegado.
    Sobre semana q vem (meus boys) Florida Georgia Line estarão lá rs e quero só ver os conselhos rs mas de hit,eles entendem rs. Torço pra q Qaasim dance porque não acredito q Nick ou Rayvon saiam primeiro q ele rs. =) Até semana q vem!

  • Vanessa Zulian Lopes

    Finalmente a criança foi dormir velho hahahaha
    Tadinho. Mas Daniel tava muito verde pra competição. Quem sabe ele não volta num The Voice da vida… Ou X factor se voltar pros EUA hahaha