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Uma temporada destinada ao TOP, mas que terminará em FLOP.

Depois de um começo empolgante que prometia superar as melhores temporadas do programa (a quinta depois a terceira), o público americano resolveu nos decepcionar e acabar com a graça, com uma série de eliminações estúpidas e absurdas. Nessa semana, em pleno TOP6, tivemos a perda mais considerável da temporada e uma das mais ridículas da franquia, o que me deixa apenas um sentimento: luto.

Pela primeira vez na temporada, tivemos os finalistas se apresentando em duas oportunidades: uma música escolhida por seu coach e uma música escolhida pelo próprio candidato em homenagem às mães. A ordem de apresentações não foi cronológica e, portanto, seguiremos o tradicional esquema de comentarmos as duas apresentações de cada um em seguida. Vamos a elas:

India Carney – Glory (Common feat. John Legend)

India escolheu Glory como sua homenagem à sua mãe e eu que eu posso dizer é que foi uma escolha de música brilhantemente acertada – principalmente porque a mãe dela estava muito empolgada e cantando a plenos pulmões. É inegavelmente minha performance preferida de India nas etapas ao vivo e onde pudemos enxergar um pouco da India das audições e batalhas, realmente imersa e conectada com o que canta. Adorei também a composição cenográfica da apresentação, com o coral disposto elegantemente no palco. Também foi bastante válido uma India mais crível e à vontade, sem preocupar-se em nos emocionar a qualquer custo (o que tende a deixar suas performances artificiais). Aqui ela nos emocionou sem se esforçar, de forma natural, como deve ser. Os vocais são indiscutíveis e é válido destacar que não houve abuso de vibrato que divide opiniões sobre ela. Excelente!

India Carney – Lay Me Down (Sam Smith)

Eu sempre pensei em Sam Smith para India, mas, por ele possuir uma extensão vocal muito maior que a dela, a escolha de uma de suas músicas teria que ser bastante cuidadosa: das mais famosinhas, certamente Lay Me Down seria a mais adequada e a que menos exporia India vocalmente. India nos entregou mais uma performance maravilhosa, uma de suas melhores, solidificando uma semana basicamente perfeita para ela. Não o que ser criticado aqui também: vocais limpos e impecavelmente executados, sem exageros e com um controle ímpar, uma ótima presença de palco e uma apresentação que transbordava paixão e veracidade – provando que uma apresentação simples pode ser bastante encantadora.

Joshua Davis – Desire (U2)

Eu me surpreendi bastante com o resultado dessa apresentação, porque eu jamais imaginaria que Joshua se sairia bem cantando Desire – e, me contrariando, foi minha apresentação favorita dele na competição. Adam parece ter se entusiasmado mais com a segunda chance recebida e com o crescimento dele na última semana e realmente se inspirou aqui, acertando a mão na escolha musical que fez. Uma apresentação que prendeu minha atenção, foi mais dinâmica e agitada que de costume, mas que não comprometeu seu desempenho vocal como Hold Back The River. Digamos que ele acertou o meio-termo entre o empolgante, mas sem controle, e o bem executado, mas sonolento. Uma menção honrosa para esse arranjo Big Band multi-instrumental que enriqueceu maravilhosamente a apresentação hoje.

Joshua Davis – In My Life (The Beatles)

Provavelmente terei uma opinião bem impopular aqui, mas eu achei uma apresentação muito esquecível – e nada digna da repercussão que recebeu. Em teoria, uma escolha dele funcionaria melhor que uma escolha de Adam para ele, mas acho que a interpretação genérica e superficial de Joshua não fez jus à grandeza e beleza da música – que possui uma das letras mais lindas que já ouvi (e eu quase nunca gosto de Beatles). Senti que faltou emoção, faltou conexão, o que fez com que possa apenas mais uma apresentação bonitinha e vocalmente certinha dele, mas, como disse, muito –inha para uma etapa tão avançada.

Koryn Hawthorne – Everybody Hurts (R.E.M.)

Everybody Hurts é uma das músicas com mais significado para mim e eu sou bem criterioso avaliando-a principalmente no quesito emoção. Trazendo-a para um arranjo gospel, Koryn nos entregou uma apresentação muito forte, consistente e sentimental, reacendendo em mim o apresso que ela vinha perdendo ultimamente. Ela anda sempre sobre uma perigosa e tênue linha entre o emocional e o exagerado, mas hoje eu diria que Koryn fez uma performance que reuniu todos os elementos que caracterizam uma grande apresentação gospel: foi passional, foi profunda, foi inspiradora e foi exuberante vocalmente – principalmente no início da apresentação e no trecho “You’re not alone!” que foram marcantes para mim.

Koryn Hawthorne – Dream On (Aerosmith)

Algumas músicas deveriam ser intocáveis depois de algumas apresentações marcantes e uma delas é, indiscutivelmente, Dream On. Amanda Brown a eternizou na terceira temporada e ainda é minha performance favorita de todas as edições (incluindo temporadas e franquias mundo afora) – foi também quando o termo “breakout moment” se popularizou. Eu acredito que Koryn fez um trabalho, conseguindo segurar a barra e nos entregando uma versão dela e boa – embora não chegue aos pés de Amanda. Os vocais foram sólidos, mas eu concordo com Xtina (sempre em sintonia) que esperava as notas agudas no segundo refrão – que certamente ela não faria porque está fora de sua faixa vocal. A saída dela foi inteligente e criativa, mostrando personalidade, mas não supriu. Uma boa performance, mas só.

Kimberly Nichole – Free Fallin’ (Tom Petty)

A participação de Dona Gloria (a mãe de Kim) nos ensaios foi simplesmente hilária (principalmente na parte em que Christina canta e ela elogia como uma boa coach HAHAHAHA). Adendo à parte, eu não gostei da escolha que Kim fez e acho que foi um dos principais motivos para que ela perdesse o público e sua posição (até então) confortável no programa. Certamente não foi uma performance ruim, muito pelo contrário, Kim demonstrou a perfeição vocal de sempre. Só que não foi impactante e excitante como costumeiramente e não merecia o selo Kim de qualidade e samba, muito possivelmente porque a música não combina nada com o que vimos da querida bailarina do rock até agora. Esperava algo maior aqui!

Kimberly Nichole – Dirty Diana (Michael Jackson)

Aparentemente houve uma confusão com direitos autorais em relação à Dirty Diana – que ninguém desmente nem confirma oficialmente – que muito provavelmente prejudicou Kim e que explica o porquê de o vídeo não estar disponível no canal do YouTube como os outros estão. De qualquer forma, era um cover que ela tinha e era mais do que esperado que ela reeditasse a música em algum ponto do programa. Polêmicas à parte sobre a quem a letra se refere, eu acho Dirty Diana uma das melhores músicas de Michael, porque é eletrizante e divertida – exatamente por isso é que foi uma escolha de música tão ideal para ela (e também porque ninguém mais a executaria apropriadamente). O que faltou na apresentação anterior, aqui teve de sobra: uma apresentação enérgica, explosiva, grandiosa e sexy (sem ser vulgar). A presença de palco dela é contagiante, a forma como ela se entrega e atua enquanto performa é indescritível e esses vocais poderosos são impecáveis. Outra performance que lembraremos por um bom e longo tempo.

Meghan Linsey – Steamroller Blues (James Taylor)

Steamroller Blues é uma das audições mais memoráveis para mim, com a saudosa Bria Kelly – que, infelizmente, foi subutilizada por Usher na sexta temporada e eliminada precoce, mas merecidamente. É uma canção que realmente se encaixaria com o caminho que Meghan vem seguindo na temporada. Ela soube trabalhar maravilhosamente bem o palco e a composição visual retrô ficou impecável. Como sempre, ela teve um desempenho vocal excelente na maioria da apresentação, mas desafinou indisfarçavelmente nas duas notas altas cruciais: uma em 1:33 e outra em 1:46 – que foi a pior desafinada, chegou a doer os ouvidos. O resultado: uma performance somente boa.

Meghan Linsey – Amazing Grace

Meghan poderia me jurar de pés juntos que foi uma escolha independente dela para homenagear a mãe que eu ainda duvidaria que não há um dedinho de Blake na escolha de música que ela fez. Por quê? Porque é uma escolha muito estratégica e de grande apelo popular – que, desde que a performance fosse pelo menos aceitável, seria suficiente para cativar o público votante e garanti-la na fase seguinte. Confesso que já vi algumas versões que me agradaram mais e foram mais impactantes e emocionais, mas foi uma excelente apresentação dela, mas não grandiosa. Os vocais foram incríveis outra vez. Gostei também porque ela optou por uma apresentação mais contida vocalmente (leia-se menos gritada) e inutilizou um dos principais argumentos (talvez o principal) dos haters em relação à sua trajetória consistente e incontestável. Em contrapartida, eu pediria por menos alongamento de palavras nos finais dos trechos e mais emoção.

Sawyer Fredericks – Shine On (May Erlewine)

Pode ser que ele esteja evoluindo e tornando-se mais expressivo em suas interpretações ou pode ser que seja apenas a vida sendo irônica e tirando uma comigo, mas o fato é que estou começando (finalmente) a ser cativado pelas apresentações de Sawyer: é a segunda performance seguida dele que realmente me encanta. Ignorarei esse cenário com essas lâmpadas verdes porque ficou horrível, mas a escolha não muito popular que ele fez para homenagear sua mãe encaixou-se perfeitamente com seu timbre e identidade artística. Meu problema com ele era basicamente que ele não se conectava, mas aqui ele se conectou sentimentalmente e conseguiu traduzir fielmente a letra em sua interpretação. Somando-se a vocais bem satisfatórios, foi certamente uma das minhas preferidas dele no programa. O final foi simplesmente arrepiante.

Sawyer Fredericks – Take Me To The River (Al Green)

ISSO FOI TÃO ERRADO que eu nem sei por onde começar a criticar Pharrell por ser um coach tão ruim. Não é difícil escolher uma música para Sawyer, porque, apesar de suas limitações e imaturidade, algo que ele sempre teve foi um perfil e identidade CLARAS e BEM IDENTIFICÁVEIS. E, definitivamente, Al Green não faz parte de seu repertório ideal. A música não remete a ele em nada e, para piorar, é datada e ruim – sem contar que foi usada porcamente por ele na temporada passada. Não valorizou o timbre dele e ainda o expôs, por ser mais upbeat do que o que ele normalmente canta. As dançarinas e o coral foram distrativos e se destacaram mais que ele. De positivo? Ele estava mais soltinho, se divertiu e se movimentou pelo palco, mas não compensou o lado extremamente negativo (pelo menos para mim).

RANKING

Como foram muitas apresentações, resolvi criar um tópico hoje só para ranqueá-las:

  • 1. Kimberly Nichole – Dirty Diana (nota: 9,5)
  • 2. India Carney – Glory (nota: 9,5)
  • 3. India Carney – Lay Me Down (nota: 9,0)
  • 4. Meghan Linsey – Amazing Grace (nota: 9,0)
  • 5. Sawyer Fredericks – Shine On (nota: 9,0)
  • 6. Koryn Hawthorne – Everybody Hurts (nota: 9,0)
  • 7. Joshua Davis – Desire (nota: 8,5)
  • 8. Kimberly Nichole – Free Fallin’ (nota: 8,5)
  • 9. Koryn Hawthorne – Dream On (nota: 8,0)
  • 10. Meghan Linsey – Steamroller Blues (nota: 8,0)
  • 11. Joshua Davis – In My Life (nota: 7,5)
  • 12. Sawyer Fredericks – Take Me To The River (nota: 6,5)

O ranking com a soma geral ficaria:

  • 1. Kimberly Nichole: 47,0 em 50,0 possíveis
  • 2. India Carney: 44,5 em 50,0 possíveis
  • 3. Meghan Linsey: 44,0 em 50,0 possíveis
  • 4. Koryn Hawthorne: 43,5 em 50,0 possíveis
  • 5. Joshua Davis: 39,5 em 50,0 possíveis
  • 6. Sawyer Fredericks: 39,0 em 50,0 possíveis

RESULTADOS

O episódio de terça-feira foi agridoce teve um lado bom e um lado sofrível – que foram a berlinda formada e a eliminação.

Inicialmente nos concentraremos na parte boa. A produção resolveu fazer mais uma pequena reunião, mas dessa vez trazendo ex-participantes para se apresentar novamente no programa. É uma grata surpresa e uma grande iniciativa, dar-lhes mais exposição e mais credibilidade ao formato. Eu sentia falta desse incentivo e espero que seja algo que se mantenha daqui para frente, porque funcionou impecavelmente.

A primeira a se apresentar foi Jacquie Lee, segunda colocada da saudosa quinta temporada, com Tears Fall. Como Jacquie é uma das minhas favoritas de todos os tempos, é uma das carreiras que eu venho acompanhando de pertinho e Tears Fall, que é uma composição de Sai, é uma música que eu gosto bastante. Por ser uma música muito difícil de se cantar, contudo, ao vivo, pode não ter sido uma performance tão incrível, mas que já deu uma provinha de o quanto potencial ela tem e de que podemos sim esperar muita novidade dela em breve. Que feliz coincidência ela se reapresentar na temporada em que Xtina retornou, hein?

Diretamente da terceira temporada, a presença de Avery Wilson foi certamente a que causou maior espanto. Obviamente quem acompanhou a edição dele sempre soube que ele tinha muito potencial e, pelo estilo e também por ser um grande dançarino, ele era um candidato muito comercial. Para mim, ele teria sido eliminado nas batalhas contra Chevonne, então foi meio chocante ver que ele não só conseguiu um contrato com uma boa gravadora depois de tanto tempo, como é uma grande aposta dela. Ele cantou If I Have To e eu preciso dizer que a música e performance me agradaram bastante. Pretendo acompanhá-lo daqui para frente e espero ouvir mais dele em breve – quem sabe não seria Avery o primeiro grande estouro internacional revelado pelo The Voice US? Vamos aguardar!

Vicci Martinez se apresentou com Bad News Breaker. Vicci é minha primeira favorita no The Voice e portanto eu tenho um carinho todo especial pela carreira dela – que, inclusive, foi homenageada por nossa coluna Por Onde Anda há um tempinho. Bad News Breaker não é minha música preferida de sua discografia, mas ainda foi minha retornante favorita de hoje. Mas agora: que transformação de Andreia Horta na última novela para Karina Iglesias descolorida foi essa? Não aprovei a mudança de visual não, Vicci.

Com seu novo single I’m Still Here, o campeão da última temporada Craig Wayne Boyd também esteve presente e foi recebido com toda pompa e circunstância – e um belo palco montado exclusivamente para ele. Eu gostei mais de I’m Still Here que de My Baby’s Got A Smile On Her Face e acho que Craig pode sim se consolidar nas rádios countries.

Agora chegaremos à parte triste – para não usar uma palavra de baixo calão aqui. O anúncio dos resultados foi sendo paulatinamente feito e sobraram India Carney e Kimberly Nichole no que podemos certamente definir como PIOR E MAIS INJUSTO BOTTOM TWO DA HISTÓRIA DOS REALITIES SHOWS.

Embora não seja possível descrever a injustiça desse embate, era um resultado esperado pelo desempenho do iTunes. Enquanto Sawyer emplacou duas músicas no TOP10 (!!!) e Meghan uma (o esperado hino gospel) e se safaram, Joshua ficou muito perto de atingi-lo também e Koryn ficou um pouco atrás, mas com suas duas músicas bem posicionadas e a frente de India e Kim. India realmente não conseguiu se conectar ao público e mais uma vez ficou em posições intermediárias, enquanto Kim inexplicavelmente mal alcançou o TOP100 com suas duas canções. Não há nada racional que justifique a queda de popularidade dela de uma semana para a outro e se foi um erro da produção como estão falando, esperava-se minimamente uma retratação formal – se o cancelamento dos votos por download fosse inviável ou mais prejudicial. Enfim, previsível, mas ainda chocante e decepcionante.

Vamos às apresentações de Last Chances:

India Carney – Perfect (P!nk)

Não me entendam mal, a presença de India nesse B2 é, no mínimo, ultrajante pela excelente semana que ela teve – sendo, inclusive, a melhor entre os seis finalistas, considerando-se as duas performances. Infelizmente a performance não foi nada boa e, se ainda houvesse dúvidas de quem deveria ficar entre ela e Kim, ela não se ajudou. Provavelmente por causa do nervosismo, foi disparadamente o pior desempenho vocal de India na competição, com muitas desafinadas e problemas com o ritmo. Não gostei muito!

Kimberly Nichole – Seven Nation Army (The White Stripes)

Outro cover que todo mundo já assistiu de Kimberly no YouTube e havia muita expectativa para ela cantando-a – inclusive eu pensei que seria a escolha de música dela para essa semana. Eu me sinto tão ofendido pela presença de Kim em um B2 e me sentiria independentemente de quem estivesse no TOP6 – de qualquer temporada inclusive – porque ela é tão superior a todos os outros e sua trajetória é tão consistente que colocá-la sob risco de eliminação é criminoso. Eliminá-la é algo imperdoável. A performance foi simplesmente maravilhosa e bem executada, muito melhor que a de sua oponente. Eu não preciso (nem consigo) falar mais que isso, desculpem.

Eu votaria por Kimberly por motivos óbvios: apenas Juliet estaria na frente dela em um ranking das oito temporadas para mim. Ela é uma artista experiente e completa e nos sentíamos assistindo-a em uma turnê de tão profissionais e espetaculares que suas performances foram. Sem contar que ela foi incrível desde sua audição até sua apresentação de despedida, enquanto a maioria geralmente tem um ou mais momentos de deslize.

Uma das melhores audições. A melhor batalha – e o melhor desempenho individual dos Battle Rounds. Um dos melhores nocautes. A melhor apresentação dos Live Playoffs. A melhor apresentação do TOP12. A segunda melhor apresentação do TO10. A melhor apresentação do TOP8. E outras duas apresentações maravilhosas hoje. Basicamente, o desempenho que os americanos julgaram insuficientes e decidiram eliminar, mas enfim.

No intervalo, a votação estava acirrada, de maneira inexplicável e surpreendente. Kim chegou a superar India por dois pontos percentuais, depois nos deparamos com um empate técnico e, mais uma vez, India virou no finalzinho e por uma pequena diferença salvou-se outra vez.

Eu acho que a indignação com a eliminação só não é maior que a indignação com o próprio embate que os americanos propiciaram. India e Kim foram e são melhores (tecnicamente e artisticamente) que os outros quatro participantes e eles nos obrigarem a decidir entre uma das duas. Inadmissível. Dos males, o menor para mim seria perder India – que teve muitos altos, mas alguns baixos também. Eu jamais cogitava que Kimberly sairia de forma tão precoce e, infelizmente, a temporada morre para mim. Perdi o tesão de torcer por alguém, incluindo India e Meghan, e a partir de agora eu torcerei apenas para que Christina Aguilera se recuse a participar de uma nova temporada porque ela NÃO É OBRIGADA a passar por situações tão deploráveis mais uma vez. Ser DUAS VEZES a melhor coach, com um trabalho incriticável e ser derrotada por um público que não sabe votar por mérito e por uma produção cagada é frustrante demais.

Vem todo mundo chorar comigo na entrevista de despedida de Kim, vem:

Enfim, semana que vem teremos a semifinal. Eu peço desculpas pelo atraso da review, mas, além de ter me faltado vontade e ânimo, faltou tempo também. Infelizmente essa foi a última review que faço da oitava temporada e provavelmente de The Voice US. Aguardo os comentários de vocês!

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Gosto de escrever nas horas vagas e assistir séries é meu hobbie predileto, então ser reviewer é o maior dos prazeres. Fã de música e reality show. Vocês vão me encontrar nas reviews de The Voice (Brasil, US, UK e AU), X Factor AU, 2 Broke Girls, Survivor, Chasing Life e na coluna Por Onde Anda, sempre aqui nesse Manicômio !
  • Gabi Cabral

    É a primeira vez que paro para acompanhar esse programa, tenho preconceito mesmo, não acho que o público saiba votar realmente, sempre sofro pelos candidatos e esse episódio só confirmou minha opinião. Nao entendi como eliminaram a Kimberly, melhor participante da temporada, muito triste. Compartilho da sua opinião, vou ver o resto por curiosidade verificar se o sem sal do Sawyer irá ganhar , porém sem um favorito. Acompanhei sua resenha em todos os episódios, sempre muito sensato, parabéns pelo trabalho.

  • Guga Ulguim

    Sério quando percebi que kim estava no bottom meu coração parou, e quando ela foi eliminada gritei mt(assustei meus pais até), se a Índia tivesse uma apresentação perfeita para se salvar até seria justificável, mas ela fez a pior apresentação que vi nessa temporada(e eu gosto dela, e da música), essa eliminação foi tão chocante pra mim quanto a do Rodrigo castellani no TVB2(primeiro the voice que assisti), pelo menos ele faz shows na minha cidade, agora ver a kimberly brilhando vai ser muito mais difícil. PS: apesar dessa injustiça enorme não pare de postar, 90% dos outros blogs de review são horríveis.

  • matheus casilli

    Ainda não acredito no que aconteceu com a Kim. Isso é tão irreal pra mim. Não sei o que o público americano tem na cabeça. Até quando vão eliminar as Kimberly Nichole’s, as Amanda Brown’s, as Sasha Allen’s, até quando vão deixar as Juliet Simms’s e as Jaquie Lee’s perderem em favor de candidatos tão inferiores? O que um Joshua da vida faz aqui? Qual o motivo dessa popularidade do Sawyer? E até mesmo a India. Se ela estivesse no bottom com qualquer outro, mas com a Kimberly? Isso é inadmissível! Não há explicação, posso ser exagerado em falar em boicote, mas como eu já disse é só inacreditável. E mais uma vez o excelente trabalho da Christina é desvalorizado. EU DESISTO, E ELA DEVIA DESISTIR TAMBÉM!

    P.S. talvez só tenha colocado a Sasha junto por ter torcido pra ela em sua temporada e por estar sem estruturas para o trio KimberlyxAmandaxSasha

  • Ailma

    Graças ao twitter, eu já sabia que ela tava no bottom, o que me fez adiar o momento de assistir os episódios tamanha indignação, mas no fundo acho que não cogitei que Kim pudesse sair tão cedo. Não faz sentido. Nem se avaliarmos as performances da semana menos ainda se avaliarmos a trajetória. Certo que no Top 6, ela não manteve o nível de perfeição, mas ainda assim superou muitos. Pra indignar ainda mais, India faz sua performance mais fraca no sing off e ganha de Kim, que deu um show. Estou sinceramente cogitando nem ver mais o fim dessa temporada. Que deem logo o prêmio pra Sawyer e ele corte aquele cabelo.

  • Fabio

    Dae Pedro, beleza?
    Então, por onde eu começo a falar dessa catastrofe chamadar the voice U.S? uheauh
    Kim era a melhor disparada, e India sua concorrente mais forte caso o público americano não comesse bosta e não as colocasse frente a frente num dos bottons mais escrotos das ultimas temporadas.
    Você resumiu bem o sentimento de decepção com a temporada atual, é de fato muito desanimador, acompanho as reviews desde a 6 temporada (nem tanto tempo assim) e msm assim entendo perfeitamente a revolta. É uma pena que um programa com uma ideia tão legal, tao foda, seja completamente auto-boicotado por seu público votante.

    Também desanimei legal não só do programa como da franquia como um todo, espero q a versão australiana q creio q sera a ultima q acompanharei mude a minha ideia, pq o the voice, de fato, nunca sera melhor q o falecido x factor, q tem ex participante vendendo horrores, coisa q o the voice não tem. Blake e Xtina tinham de abandonar franquia e deixar esse programa morrer no flop q é o que de fato merece.
    E pro encerrar, o que desejo pra franquia the voice, que como não revla ngm que se matenha na indústria atual, é a falência, apenas isso.

  • edson pereira

    E ai Pedro, a tristeza se instala em mim assim como em você (e milhares de amantes da musica mundão afora).
    A eliminação da Kim me deixou sem animo, sem rumo e provavelmente estarei acompanhando as finais desse the voice pra ver se a Christina consegue de alguma forma fazer justiça no mundo dos realits e levar a India o mais longe possivel.
    Mais uma vez o time da Christina arrebentou com a semana e sambou, mais infelizmente o resultado não foi nada nada satisfatorio.
    Se tudo der certo como eu acho que teria de ser, e se existir alguma gravadora que realmente queira achar a nova, a bela, a melhor cantora para um novo cenario musical, vamos ver a Kim lançar albuns logo mais.
    Uma coisa é clara, não tem mais como pensar em realits ou em musica sem pensar em Kim.
    No dia das apresentações eu assisti ao SHOW que a Kimberly e a India fizeram no palco e não tive duvidas, teremos finais com as duas.
    Ser diferente não é facil, ser autentica é pior ainda, assumir uma trajetoria não pop, não country e não ter o afago do publico geral ja fazia agente pensar em uma eliminação da Kim desde muito cedo, mas a Kim fez apresentaões tão ABSURDAMENTE AVASSALADORAS que nos fizeram crer que uma artista tão singular chegaria a final.
    Foi injusto? Lógico que foi, e por isso não tenho mais estomago pra falar de apresentações esquecivel e algumas como a segunda de Saywer beirando o ridiculo.
    Voce fez um ótimo trabalho aqui com seus comentarios, espero que voce repense sua decisão a respeito de comentar o the voice us.

  • Wagner

    Ok, é oficial: vou parar de torcer pros candidatos, não está dando certo.
    DeAnna, minha preferida das audições fez cagadas sem tamanho (e o Adam tbm).
    Daí vem as Battles e me aparece Hannah (s2s2), consolidando-se minha preferida. Foi embora.
    Torcia pra Meghan, mas no TOP8 passado resolvi torcer pra Kim porque desde as audições ela me agradava. Foi embora no TOP6.
    Queria nem falar, mas minha próxima favorita é a Koryn e ao menos que ela garanta o TOP 10 dessa etapa, vai embora também.
    Depois vem a Meghan e do jeito que sou, é capaz dela ser eliminada no TOP 5 ._.
    Agora quanto ao TOP 6, gostei mais de Meghan (Amazing Grace) e as duas da Índia. Kim não me agradou em “Free Fallin'” e a outra nem assisti ;-;
    No B2, achava que Índia ia ficar por causa das apresentações que ela fez né. Daí vem Kim e faz um trem daqueles *-*. Nem India acreditou que ela ficou véi .-.
    Vou começar a torcer pelo Sawyer e pelo Joshua. Vai que cola né…

  • Clay Evans

    The Voice The End

  • Juliana

    Sabe , depois de me decepcionar com o American Idol , X factor por não valorizarem o que é mais importante pra mim que é a voz , via no the voice o potencial para ser o programa perfeito! Infelizmente o The Voice perdeu sua essencia e o que o diferenciava dos outros : focar unicamente na voz. Eu me recuso a assistir mais uma temporada!